29 de abril de 2011

Que Deus não nos livre de um país evangélico

   
Uma primeira constatação é que estamos ainda distantes de ser um “país evangélico”: quarenta milhões da população é formada por miseráveis; uma insegurança pública generalizada; uma educação pública de faz-de-conta; uma saúde pública caindo aos pedaços, assim como as nossas estradas, a corrupção endêmica no aparelho do Estado, o consumo da droga ascendente, prostituição, discriminação contra os negros e os indígenas, infanticídio no ventre, paradas de orgulho do pecado, uma das maiores desigualdades sociais do mundo. Uma grande distância do exemplo de vida e dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, cujas narrativas e palavras somente conhecemos por um livro chamado de Bíblia, que o mesmo citava com frequência, e que foi organizado por uma entidade fundada pelo próprio: uma tal de Igreja. Uma grande distância da ética e da “vida abundante” apregoada pelas Boas Novas, o Evangelho.

    Percebemos sinais do sagrado cristão em nossa História e em nossa Cultura, mas, no geral, ficando na superfície. Se os símbolos importassem tanto, o Rio de Janeiro, com aquela imensa estátua do Cristo Redentor, deveria ser uma antecâmara do Paraíso.

    Como cidadão responsável, e como cristão, como eu gostaria que o meu País fosse marcado pela justiça, pela segurança, pela paz, fruto do impacto das Boas Novas, do Evangelho. Sinceramente, gostaria muito que tivéssemos um Brasil mais evangélico.

    Fico feliz que Deus não tenha nos livrado da imigração dos protestantes alemães, suíços, japoneses, coreanos, e tantos outros. Fico feliz pelo seu trabalho e por sua fé.

    Fico feliz por Deus não nos ter livrado do escocês Robert R. Kalley, médico, filantropo e pastor escocês, fugindo do cacete na Ilha da Madeira (Portugal), pioneiro da pregação do Evangelho entre nós, nos deixando as igrejas congregacionais. Ele nem era norte-americano, nem fundamentalista, pois esse movimento somente surgiria meio século depois. Eram norte-americanos, e também não-fundamentalistas os pioneiros das igrejas presbiteriana, batista, metodista e episcopal anglicana que vieram ao Brasil na segunda metade do século XIX.

    Fico feliz por Deus não nos ter livrado desses teimosos colportores que varavam os nossos sertões sendo apedrejados, vendendo aquelas Bíblias “falsas”, cuja leitura, ao longo do tempo, foi tirando gente da cachaça e dos prostíbulos, reduzindo os seus riscos de câncer de pulmão, cuidando melhor de sua família, como trabalhadores e cidadãos exemplares.

    Fico feliz por Deus não ter nos livrado desses colégios mistos, desses colégios técnicos (agrícolas, comerciais e industriais), trazidos por esses missionários estrangeiros, em cujo espaço confessei a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador. E, é claro, tem muita gente agradecendo a Deus por não nos ter livrado do voleibol e do basquetebol introduzido pioneiramente nesses colégios… nem pelo fato do apoio à Abolição da Escravatura, à República ou ao Estado Laico.

    Por essas e outras razões, é que vou comemorar (com uma avaliação crítica) com gratidão, dentro de seis anos, os 500 anos da Reforma Protestante do Século XVI, corrente da Cristandade da qual sou militante de carteirinha desde os meus dezenove anos.

    Essa gratidão ao Deus que não nos livrou dos protestantes de imigração e dos protestantes de missão, inclui, sinceramente, os protestantes pentecostais, herdeiros daquela igreja original, dirigida por um negro caolho (afro-descendente portador de deficiência visual parcial, na linguagem do puritanismo de esquerda, conhecido por “politicamente correto”)…, mas que abalaria os alicerces religiosos do mundo. Eu mesmo sou um velho mestiço brasileiro e nordestino, e não me vejo como um ítalo-luso-afro-ameríndio de terceira idade…

    Olhando para o termo “evangélico”, usado sistematicamente na Inglaterra, a partir de meados do século XIX, como uma confluência da Reforma e de alguns dos seus desdobramentos, como o Confessionalismo, o Puritanismo, o Pietismo, o Avivalismo e o Movimento Missionário, com paixão missionária pelo Evangelho que transforma, dou graças a Deus que Ele não nos tenha livrado da presença dos seus seguidores e propagadores. Até porque, por muito tempo, não tivemos presença fundamentalista (no sentido posterior) e nem do liberalismo, pois esses últimos são bons de congressos e revoluções de bar, mas não muito chegados a andar de mulas por sertões nunca antes trafegados…

    Minha avó é quem dizia que “toda família grande vira mundiça”, se referindo ao fato de que quando qualquer instituição, grupo ou movimento social cresce, é inevitável que ao lado do crescimento do trigo haja um aumento significativo do joio. Nesse sentido, o protestantismo e o evangelicalismo brasileiro são normais (com desvios e esquisitices), mas, garanto que temos muitíssimo mais trigo (às vezes armazenados nos celeiros, quando deveriam estar sendo usados nas padarias). No meu tempo só tinha crente militante e desviado; depois apareceram os descendentes, os nominais, os de IBGE, os bissextos e os ocasionais.

    No sentido histórico dou graças a Deus pelo localizado movimento fundamentalista nos Estados Unidos, em reação ao racionalismo liberal, pois também afirmo a autoridade das Sagradas Escrituras, o nascimento virginal, a cruz expiatória, o túmulo vazio e a volta do Senhor. Depois o termo foi distorcido por um movimento sectário, antiintelectual, racista, e hoje é aplicado até ao Talibã, em injustiça à proposta original

    Quanto ao Tio Sam, nem todo republicano é evangélico, nem todo evangélico é republicano, embora, de época para época, haja deslocamentos religiosos-políticos naquele país. Eu mesmo não tenho muita simpatia (inclusive aqui) pelo Partido do Chá (Tea Party), pois tenho longa militância no Partido do Café e no Partido do Caldo de Cana com Pão Doce.

    A Queda do Muro de Berlim assinalou o ocaso da modernidade e o início de uma ainda confusa pós-modernidade, com a mundialização da cultura anglo-saxã, no que tem de bom e no que tem de mau, mas, como nos ensina Phillip Jenkins, a Cristandade está se deslocando do hemisfério Norte para o hemisfério Sul, e, inevitavelmente, revelamos nossas imaturidades, que devem e podem ser superadas.

    Agora, todo teólogo, historiador ou sociólogo da religião sérios, perceberá a inadequação do termo “protestante” ou “evangélico” (por absoluta falta de identificação caracterizadora) com o impropriamente chamado “neo-pentecostalismo”, na verdade seitas para-protestantes pseudo-pentecostais (universais, internacionais, mundiais, galáxicas ou cósmicas), e que é algo perverso e desonesto interpretar e generalizar o protestantismo, e, mais ainda, o evangelicalismo brasileiro, a partir das mesmas.

    O avanço do Islã e a repressão aos cristãos onde eles dominam é um “óbvio ululante”, a defesa da vida em relação ao aborto, à eutanásia, aos casais que não querem ter filhos, ao homossexualismo, o atentado ao meio ambiente (“cultura da morte”) é coerente com o princípio da Missão Integral da Igreja na “defesa da vida e da integridade da criação”.

    A identidade evangélica se faz por um rico conteúdo e não por antagonismo ou relação reativa a conjunturas.

    Sabemos que o mundo jaz do maligno, que o evangelho será pregado a todo ele, mas não que todos venham a se converter, e que descendentes de cristãos nem sempre continuam nessa fé. Assim, o Brasil nunca será um País totalmente cristão, protestante ou evangélico, mas creio que será bem melhor com uma Igreja madura que, sem fugas alienantes, adesismos antiéticos ou tentações teocráticas, possa “salgar” e “iluminar” com os valores do Reino.

    Para isso necessitamos (na lícita diversidade protestante quanto a aspectos secundários e periféricos) de líderes sólidos e firmes, vestindo a camisa do nosso time com entusiasmo e garra para o jogo, sem se perderem em elucubrações estéreis, de quem já perdeu a fé na Palavra, não acredita mais na Queda, nem na Redenção, nem na singularidade de Cristo, deixando uma geração órfã de heróis.

    Assim, espero que Deus não nos livre dessa presença cultural transformadora; que Deus não nos livre de ser, cada vez mais, um País evangélico.

    A Ele, Onipotente, Onisciente e Onipresente, Senhor do Universo e da História, com os anjos e arcanjos, coma Igreja Triunfante e a Igreja Militante, intercedendo por todos que atravessam crises espirituais, seja toda a honra e toda a glória!

Bispo Robinson Cavalcanti

28 de abril de 2011

Mas,se alguém ama a Deus,esse é conhecido dele!!

Ressuscitou!


Jonathan Edwards – Em Sua Ressurreição, Ele foi Justificado

Assim Cristo, nossa segunda garantia (em cuja justificação todos aqueles de quem Ele é fiador, estão virtualmente justificadas), não foi justificado até que Ele fizera a obra que o Pai havia designado, e guardado os mandamentos do Pai através de todos as provações, e, em seguida, em sua ressurreição Ele foi justificado. Quando Ele tinha sido condenado à morte na carne, mas vivificado pelo Espírito, 1 Pedro 3:18, então Ele que foi manifestado na carne foi justificado no Espírito, 1 Timóteo 3:16.
Mas Deus, quando o justificou, ressuscitando-o dos mortos, não só o libertou de sua humilhação pelo pecado, e o absolveu de mais sofrimento ou humilhação pelo pecado, mas o admitiu à vida eterna e imortal, e ao início da exaltação que era a recompensa do que Ele havia feito.
Extraído de “Justification by Faith Alone“.

Martyn Lloyd-Jones – O Significado da Ressurreição

A Ressurreição é o grande anuncio do fato memorável de que Cristo terminou a obra que Ele veio fazer. Ele não está mais “debaixo da lei”. Ele está de volta em glória. Por quê? Porque Ele cumpriu tudo o que a lei poderia exigir. Agora, a Lei esgotou-se nele, e Ele “não mais” vai morrer.
Ele não precisava sequer ter morrido. Deliberadamente Ele veio para o reino do pecado e da morte, a fim de nos livrar de tudo isso. Agora ele “já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele!”
Esse é o significado da ressurreição. Ele voltou para o reino acima e além do pecado e da lei e da morte. Ele conquistou esse reino inteiro, e ele voltou para a glória de onde Ele veio. Esse é o significado da ressurreição.
Extraído do livro “A Living Hope of the Hereafter“.

26 de abril de 2011

A Importância do Amor


A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A  autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A vida sem amor ... ... não tem sentido!! 

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.1 João 4:16 

Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados.1 Pedro 4:8

Sobrevivendo ao aborto




20 de abril de 2011

Eclesiastes 3;14



Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele. Jeremias 3;14

Pois as promessas do Senhor para as nossas vidas são as únicas que durarão para SEMPRE. Porque o Senhor é FIEL para cumprir todas as promessas que tem para as nossas vidas!!
Portanto confiaremos no Senhor e esperaremos NELE pois só Ele sabe o MELHOR pra cada um de nós, e só Ele pode nos amar infinitamente mais do que podemos imaginar!

19 de abril de 2011

Ed René Kivitz - Reflexões diarias- FREE

Realengo



POR CONTARDO CALLIGARIS

1) EM MARÇO de 2009, em Wendlingen, Alemanha, um jovem de 17 anos entrou no colégio do qual ele tinha sido aluno e começou uma matança que terminou com seu suicídio e custou a vida a 15 pessoas.

Na época, notei que, para os suicidas-assassinos de massa, encarnar o anjo da morte é sempre uma demonstração pública. E perguntei: uma demonstração de quê?

Pois é, num mundo dominado por máscaras e aparências, talvez os únicos eventos que se destaquem por serem indiscutivelmente reais sejam o nascimento e a morte. Nessa ótica, as meninas, para nos obrigar a levá-las a sério, podem engravidar e dar à luz. Quanto aos meninos, o que lhes sobra para serem levados a sério é morrer ou matar.

Por isso as meninas pensam no amor, e os meninos, na guerra; as meninas sonham em ser mestres da vida, os meninos sonham em ser mestres da morte.

Em suma, atrás da singularidade das razões de cada um, os suicidas-assassinos (todos homens) parecem agir na tentativa desesperada de se levarem a sério e de serem, enfim, levados a sério: “O mundo me despreza e me desprezará mais ainda, mas, diante de meu ato mortífero, não poderá negar que sou gente grande, um “macho de respeito’”.

Mais um detalhe. Cada vez mais, a preservação da vida parece ser nosso valor supremo. Todos estão dispostos a qualquer coisa para não morrer; não é estranho que, de repente, aos olhos de alguns, a verdadeira marca de superioridade pareça ser a facilidade em matar e se matar.

2) É possível que a vida escolar de Wellington, o assassino de Realengo, tenha sido um suplício. Mas a simples vingança pelo bullying sofrido não basta para explicar seu ato. Eis um modelo um pouco mais plausível (e infelizmente comum).

Durante sua adolescência, um jovem é zombado pelos colegas e, sobretudo, pelas meninas que despertam seu desejo. Para se proteger contra a recusa e a humilhação, o jovem se interdita o que ele deseja e que lhe está sendo negado: “As meninas que eu gosto riem de mim e de meu desejo por elas; para não me transformar numa piada, farei da necessidade virtude: entrarei eu mesmo em guerra contra meu desejo. Ou seja, transformarei a exclusão e a gozação num valor: não fui rechaçado, eu mesmo me contive -por exemplo, porque quero me manter ilibado, sem mancha”.

Wellington, o assassino de Realengo, na sua carta de despedida, pede para não ser contaminado por mãos impuras. Difícil não pensar no medo de ele ser contaminado por suas próprias mãos, e no fato de que a morte das meninas preservaria sua pureza, libertando-o da tentação.

A matança, neste caso, é uma maneira de suprimir os objetos de desejo, cuja existência ameaça o ideal de pureza do jovem. Ora, é graças a esse ideal que ele transformou seu fracasso social e amoroso numa glória religiosa ou moral. Como se deu essa transformação?

Simples. Para transformar os fracassos amorosos em glória, o fanatismo religioso é o cúmplice perfeito. Funciona assim: você é isolado? Sente-se excluído da festa mundana? Pois bem, conosco você terá uma igreja (real ou espiritual, tanto faz) que lhe dará abrigo; ajudaremos você a esquecer o desejo de participar de festas das quais você foi e seria excluído, pois lhe mostraremos que esse não é seu desejo, mas apenas a pérfida tentação do mundo. Você acha que foi rechaçado? Nada disso; ao contrário, você resistiu à sedução diabólica. Você acha que seu desejo volta e insiste? Nada disso, é o demônio que continua trabalhando para sujar sua pureza.

Graças ao fanatismo, em vez de sofrer com a frustração de meus desejos, oponho-me a eles como se fossem tentações externas. As meninas me dão um certo frio na barriga? Nenhum problema, preciso apenas evitar sua sedução -quem sabe, silenciá-las.


Fanático (e sempre perigoso) é aquele que, para reprimir suas dúvidas e seus próprios desejos impuros, sai caçando os impuros e os infiéis mundo afora.
Há uma lição na história de Realengo -e não é sobre prevenção psiquiátrica nem sobre segurança nas escolas. É uma lição sobre os riscos do aparente consolo que é oferecido pelo fanatismo moral ou religioso. Dito brutalmente, na carta sinistra de Wellington, eu leio isto: minha fé me autorizou a matar meninas (e a me matar) para evitar a frustrante infâmia de pensamentos e atos impuros.
[Folha de S.Paulo, Ilustrada, 14 de abril]

A sociedade tem cada vez mais provado de sua insensatez, podemos ver isso todos os dias nos jornais.

Tudo tem se coisificado, e isto tem nos afastado de nossa essência a cada dia. A religiosidade aprisiona o ser, enquanto que somente a verdade liberta, quando penso nas palavras de Jesus; “Conhecereis a verdade e ela os libertará” penso nisso como um alerta contra a mentira e aprisionamento da religiosidade.


Este lamentável episódio do Rio de Janeiro, até então algo “inédito” em escolas no Brasil, mostra que estamos a cada dia mais distantes da realidade que nos cerca, e pior distantes daquilo que Deus planejou. Percebe-se nos vídeos e cartas deixadas por este jovem, além de uma confusão mental, uma confusão de entendimento das escrituras citadas por ele, e esta falta de compreensão leva o ser humano a matar em nome da fé, como foi bem exposto pelo autor deste artigo.


Como disse Saramago; “A história dos homens é a história dos seus desentendimentos com deus, nem ele nos entende a nós, nem nós o entendemos a ele.”


Guardada as devidas proporções, faz um certo sentido, quando observamos as confusões e perigos da religiosidade em nome de um deus que nada se parece com o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. - Alex Silva

18 de abril de 2011

Versiculos do dia


Então orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao SENHOR, o meu poder está exaltado no SENHOR; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação.( 1 Samuel 2:1)

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou. E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. Atos 8:38,39


15 de abril de 2011

Deus Sabe


DEUS SABE!
Quando você está cansado e desencorajado por esforços que não deram frutos, Deus sabe o quanto você tentou! 

Quando você tentou por longo tempo com o coração cheio de angústia, Ele contou suas lágrimas! 

Se você sente que sua vida está perdida e que muito tempo também se perdeu, Ele está confortando você! 

Quando você se sente solitário e seus amigos estão muito ocupados para um simples telefonema, Ele acompanha você! 

Se de repente tudo lhe parece mais brilhante e você percebe uma luz de esperança, Nesse momento Ele soprou nos seus ouvidos! 

Quando as coisas vão bem e você tem muito para agradecer, Ele está festejando com você! 

Quando algo lhe traz alegria e você se sente fortalecido, Ele está sorrindo para você! 

Quando você tem um propósito a cumprir e um sonho para seguir, Ele abre seus olhos e o chama pelo nome! 

Lembre-se que onde você estiver seja na tristeza ou na felicidade, mesmo que ninguém mais saiba, Deus sabe! 

Mefibosete - Paulo Junior

14 de abril de 2011

Sete razões para um cientista crer em Deus


“Acho impossível que alguém, contemplando o céu numa noite estrelada, possa dizer que não existe um Criador.” A expressão é de Abraham Lincoln, um dos inspiradores da democracia moderna e uma das figuras históricas mais notáveis dos Estados Unidos, que ali promoveu a abolição da escravatura.

Não acreditar em Deus sob a alegação de que a ciência não comprova Sua existência acaba sendo pior do que acreditar nEle por razões científicas. A esta conclusão chegou o professor A. Cressy Morrison, que foi presidente da Academia de Ciências de Nova York e publicou na Internet uma página intitulada Sete razões pelas quais um cientista crê em Deus.

Nela, propõe o mestre que coloquemos 10 moedas, marcadas de 1 a 10, dentro do bolso, sacudindo-as a seguir. Experimentemos, sem as olhar, pegá-las na sequência em que as numeramos. Matematicamente, a chance de acertar na número 1 é de uma em 10; de acertar nas de números 1 e 2 nesta ordem já é de uma em mil. A possibilidade de acertá-las todas, de 1 a 10 sucessivamente, seria de uma em 10 bilhões.

O doutor Morrison convida a meditarmos na possibilidade do acaso para leis que mantêm o equilíbrio da vida na Terra e apresenta a primeira razão: a velocidade com que o nosso Planeta realiza seus movimentos de rotação, em volta de si mesmo, e de translação, em torno do Sol. A rotação se processa a cerca de 1.600 quilômetros horários, o que não é sem motivo, porque se a Terra se movimentasse com apenas um décimo dessa velocidade, ou seja, a 160 quilômetros horários, a vida nela seria impossível. O dia teria 120 horas e, a noite, igualmente 120 horas. Em 120 horas de sol, todos os vegetais seriam queimados, ameaçando a sobrevivência humana, que depois, em 120 horas de noite, se tornaria impossível nos cinco continentes gelados. Algo estabeleceu a lei de equilíbrio, para que a rotação da Terra se processasse a 1.600 quilômetros horários, com o dia e a noite de 24 horas, o ideal para a vida neste mundo de maravilhas.

Segunda razão: o cientista convida-nos a prosseguir no raciocínio absolutamente lógico. Nossa atmosfera está milimetricamente medida e programada. Se ela fosse rarefeita mais um quilômetro, perderia a função de escudo gasoso e não haveria vida na superfície terrestre. Caem diariamente sobre a Terra cerca de 50 milhões de aerólitos e meteoritos. É a atmosfera que, pelo atrito desses viajantes celestes com o ar, os rala, queima e dissolve. Ineficiente nessa tarefa, a atmosfera não impediria que 50 milhões de vezes por dia nosso Planeta fosse bombardeado, pontilhando-se de incêndios e pontos de destruições inimagináveis.

Terceira razão: bastava que o leito do oceano fosse mais profundo três quilômetros e a vida se tornaria improvável. O oxigênio do ar seria absorvido e o ácido carbônico se misturaria às águas, exterminando toda manifestação vital, no seio do elemento líquido e na superfície. O mesmo aconteceria se o acaso fizesse a superfície terrestre mais elevada dois quilômetros.

Quarta razão:  o cérebro que presidiu a Academia de Ciências de Nova York ensina que se a distância da Terra à lua, por acaso, não fosse de 370 mil quilômetros, mas de tão somente 70 mil quilômetros, desapareceria a vida no Planeta. A pressão magnética do satélite sobre os mares levantaria ondas tão altas e terríveis que marés e preamares arrasariam totalmente a crosta terrestre, lambendo os picos extremos do Himalaia.

Quinta razão: que aconteceria se a inclinação do eixo da Terra não fosse de 18/24 graus, mas se situasse numa vertical ou mudasse de posição? Resposta: os gelos antárticos desceriam em direção ao equador, num cataclisma apocalíptico.

– Por isso – assegura, humildemente, o doutor A.Cressy Morrison –, por essa lei e por inúmeras outras, que seria fastidioso enumerar que só o absurdo atribuiria ao acaso, eu creio em Deus.

Sexta razão: ele ainda pinça, de seus conhecimentos admiráveis, a distância que separa a Terra do sol, de aproximadamente 150 milhões de quilômetros. É ela que proporciona ao nosso mundo a tépida sensação de calor, nem insuficiente, nem exagerada para a manutenção da vida, mesmo incandescendo a superfície do astro rei 6.648 em graus centígrados. Se a Terra estivesse mais próxima do sol, seria esturricada pelo calor. Mais afastada do que na órbita elíptica atual, se perderia pela insuficiência térmica, por inadequados raios ultravioletas, infravermelhos e caloríficos, mantenedores do equilíbrio metabólico na vida vegetativa.

Sétima razão:  é evidente e racional que uma inteligência matemática e superior estabeleceu e providenciou as condições de vida para a Terra, restando uma chance em bilhões de que nosso planeta fosse o resultado de um acidente filho do acaso.

Não obstante, Deus continua sendo o Grande Anônimo, incompreendido e mal interpretado pelos humanos. Ante tantos absurdos que os homens dizem tentando explicá-lO, Voltaire, o filósofo mais influente do século 18, ironizava:

– Eu creio em Deus, apesar de tudo que me dizem para acreditar nele…

Kant, o filsósofo da Crítica da Razão Pura, proclamava:

– Não creio no Deus que os homens criaram, mas no Deus que criou os homens.

Já Huberto Rohden, o pensador cristão, filosofou:

– Deus, que é isto? Deus, quem és tu? Mil nomes te hei dado, e até hoje és para mim o Grande Anônimo. Sei que és o Eterno, o Onipotente, o Onisciente, o infinitamente Bom e Formoso, mas sei também que és muito mais do que tudo isto. E por seres indefinível, resolvi chamar-Te simplesmente “o Grande Anônimo”. Assim, se não acerto em dizer o que és, pelo menos não digo o que não és. Eu sou uma feliz exceção do nada, Deus é a mais veemente afirmação de tudo.

Meu herói - Não há outro



13 de abril de 2011

Lixo - Não te pertence mais



Ele morreu por nossos pecados.
Ele nos lavou com o seu sangue e nos fez alvos e limpos como a neve.
Ele nos perdoa a todo o momento basta que creia e se arrependa.
Ele nos faz livre da escravidão do pecado.
Ele é o nosso Advogado no céu.
Ele é o nosso Intercessor.
Ele é a nossa Rocha.
Ele é o Verbo.
Poderoso.
Ele é

JESUS

12 de abril de 2011

O homem no buraco


E você meu amado, quer sair deste buraco? Há apenas um Caminho, uma Verdade e Um que pode lhe dar a Vida, e vida com abundância. E Ele não faz trocas, ele te salva por causa de um Amor incondicional, um Amor capaz de realizar sacrificios sem medidas para que você possa ser livre.

Abra o seu coração e o aceite como seu unico e suficiente Salvador e Senhor de sua vida! Confessando em seu coração e com sua boca, meditando em cada palavra da oração abaixo:

Confesso ao Senhor Deus que sou um pecador,  e acredito que o Senhor Jesus Cristo morreu na cruz por meus pecados e ressuscitou para minha salvação,  Eu aceito Jesus Cristo como meu Senhor, Salvador e Mestre e dedico a Ele toda a minha vida.  Te convido Senhor Jesus a entrar em meu coração e viver dentro de mim para sempre. Obrigado Senhor Jesus. AMÉM



Música secular X Musica cristã



Bom, hoje quero falar sobre música. As grandes questões abordadas no nosso mundo contemporâneo cristão. Música cristã ou música secular? Será que é pecado escutar outros estilos? Só a música gospel agrada ao SENHOR? Quero começar dizendo que vou expressar a minha opinião, não significa que ela seja a perfeita ou muito menos a mais correta, porém procure seguir a que mais se enquadra na palavra de Deus.

Secular – é tudo aquilo que está fora da conduta cristã, tudo que é profano. Existe música secular? Existe, obviamente. Nossos ouvidos não nos deixam mentir. De uns anos pra cá toda imoralidade e pornofonia, tudo aquilo que não se amolda ao SENHOR, ou seja, tudo que é profano, tem tomado conta do nosso país. Cada dia surgem mais grupos com uma péssima musicalidade e letras vergonhosas. Então quer dizer que todas as músicas que não são “gospel” não podem ser ouvidas? Não.

Entenda. Quando estava pensando em escrever sobre isso, Deus me lembrou uma palavra em Filipenses 4.8: "Eí galera, comecem a pensar em tudo que é verdadeiro, respeitável, correto, puro, amável e de boa fama, que isso ocupe o pensamento de vocês". Com certeza, Paulo queria dizer para nós irmos além de pensar, viver, cantar, andar, falar, ouvir tudo que é composto por aquelas características. Nós sabemos muito bem que existem artistas que não são “gospel”, mas tem excelente qualidade musical e não chega a ser profano ou secular - é apenas boa música. Mas isso é muito pessoal, pois o que pode ser audível pra mim pode ser horroroso pra você, e essa questão musical é seu gosto e não merece ser discutido.

Chegamos enfim na parte mais importante, a música gospel brasileira. que os leitores fanáticos que me perdoem, mas ela é péssima em termos musicais e dona de uma intensa superficialidade. Na verdade esses cantores “profetas” abandonaram a essência e ficaram com o periférico. É uma verdadeira teatralização dos púlpitos, concorrência, manipulação das massas, espetaculosidade da fé, entre outras coisas. Mas, o motivo do sucesso dessas pessoas certamente se transformará na razão do seu fracasso. Não adianta fabricar a onda do espírito de Deus, usando artifícios, programas ou técnicas de marketing para gerar crescimento. Isso não pode ser criado pelo homem. Só Deus faz a igreja crescer, só Ele pode soprar nova vida em um vale de ossos secos. E pessoas que querem ser usados verdadeiramente não poderão ir por esse caminho de superficialidade. Onde a onda do momento é fazer chover muito fogo e glória com aleluia e anjos ziguezagueando pela fé. É um verdadeiro mantra gospel, onde as pessoas são subestimadas a viver em mediocridade cultural e espiritual. O nosso propósito principal é amar a Deus de todo o coração. Para isso a palavra certa é adoração. Pois até onde eu saiba a Igreja existe para adorar a Deus. Como diz o admirável músico brasileiro João Alexandre: O louvor é o culto da vida, na vida de culto. É preciso que até no “gospel” onde você acha que está seguro você procure louvar com o que é condizente com aquilo que está escrito lá em Filipenses 4.8. Sabemos que existem o joio e o trigo e nós temos que ter a sabedoria e discernimento. Não podemos negociar nossa integridade diante do altar da popularidade.

E afinal, podemos ou não escutar música secular? Nada de fórmulas e frases feitas. Presta atenção, a resposta é simples. Queridos, fuja de tudo o que é imoral, que te afasta de Deus e pense, viva, cante com tudo o que é verdadeiro, respeitável, correto, puro e amável. Assim seja.

Fonte: Cante as escrituras.
Publicado por: Adália Raquel

11 de abril de 2011

Ed René Kivitz - Reflexões diarias- Compaixão

MEU HERÓI - Livres para adorar!

SANTIDADEE !! 1 João 3,1;11


Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele.
Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
Qualquer que comete pecado, também comete iniqüidade; porque o pecado é iniqüidade.
E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado.
Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu.
Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo.
Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.
Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus.
Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.
Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.


Portanto pelo GRANDE  amor que o Senhor nos concedeu é que podemos ter forças pra continuar, forças pra permanecer na nossa vida na busca pela santidade, e o melhor de tudo, amarmos sempre uns aos outros para que Deus se revele em nós através do AMOR, porque Ele é AMOR!!

8 de abril de 2011

Filipenses 4-4;9


Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

John Piper – Para que você precisa nascer de novo?



1. Sem o novo nascimento, não teremos a fé salvífica, mas apenas incredulidade (Jo 1.11-13; 1 Jo 5.1; Ef 2.8-9; Fp 1.29; 1 Tm 1.14; 2 Tm 1.3).
Quando Deus nos faz nascer de novo, a fé salvífica é despertada, e somos unidos a Cristo. “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1 Jo 5.1). O versículo não diz: será nascido de Deus. Antes, diz: é nascido de Deus. Nossa primeira fé é a centelha de vida que vem por meio do novo nascimento.
2. Sem o novo nascimento, não seremos justificados, e sim condenados (Rm 8.1; 2 Co 5.21; Gl 2.17; Fp 3.9).
Quando o novo nascimento desperta a fé e nos une a Cristo, somos justificados – ou seja, somos tornados justos – por meio da fé. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). O novo nascimento desperta a fé, que olha para Cristo a fim de obter justiça, e Deus nos imputa a justiça fundamentado apenas em Cristo, tão-somente por meio da fé.
3. Sem o novo nascimento, não seremos filhos de Deus, e sim filhos do diabo (1 Jo 3.9-10).
Quando o novo nascimento desperta a fé e nos une a Cristo, todos os obstáculos legais que nos impediam de ser aceitos por Deus são removidos por meio da justificação. Assim, Deus nos adota em sua família e nos conforma à imagem de seu Filho. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1.12-13). Nascemos de novo, da parte de Deus, não da vontade do homem. Cremos em Cristo, e O recebemos, e Deus nos torna seus herdeiros legais e seus filhos espirituais.
4. Sem o novo nascimento, não produziremos frutos de amor por meio do Espírito Santo, produziremos frutos de morte (Rm 6.20–21; 7.4–6; 15.16; 1 Co 1.2; 2 Co 5.17; Ef 2.10; Gl 5.6; 2 Ts 2.13; 1 Pe 1.2; 1 Jo 3.14).
Quando o novo nascimento desperta a fé e somos unidos a Cristo, e toda a condenação é substituída pela justificação, e o Espírito de adoção entra em nossa vida, Ele produz o fruto do amor. Considere Gálatas5.6: “Em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor”; e 1 João 3.14: “Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos”. Onde existe novo nascimento, existe amor.
5. Sem o novo nascimento, não teremos a alegria eterna na comunhão com Deus; pelo contrário, teremos miséria eterna, juntamente com o diabo e seus anjos (Mt 25.41; Jo 3.3; Rm 6.23; Ap 2.11; 20.15).
Finalmente, quando o novo nascimento desperta a fé, nos une a Cristo (que é a nossa justiça) e outorga o poder santificador do Espírito Santo, estamos no caminho estreito que conduz ao céu. E o auge das alegrias celestes será a eterna comunhão com Deus. “E a  vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3). O clímax da alegria de nossa nova vida é o próprio Deus.

Tudo isso é o que perderemos se não nascermos de novo. A razão por que temos de nascer de novo não é somente que sem o novo nascimento estamos mnascer de novo” (Jo 3.3, 7ortos, mas também que sem ele perdemos para sempre tudo que é bom. Foi por isso que Jesus disse: “Importa-vos ).

7 de abril de 2011

Jovem - Você pode muito se quiser



Muito interessante o testemunho desta menina, que se sentiu realmente tocada pelo poder do Espirito Santo e não se deixou abater pelas dificuldades ou pelos problemas. Não se deixou paralizar pelo comodismo ou pela preguiça, nem se deixou vencer pela falta de oportunidade para realizar a obra de Deus. Ela foi e criou as suas próprias oportunidades mediante a vontade de Cristo Jesus.

Muitas vezes, achamos que somos pequenos demais para realizar a boa obra do Senhor.
Muitas vezes, nos encontramos em ministérios bem organizados e completos o suficiente e chegamos a nos achar desnecessário para realizar as obras do Senhor neste ministério.

Mas é importante saber que o mandamento do Senhor já nos foi dado, "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura"!.

Basta orarmos a Deus e pedir a sua direção para que possamos vencer todas as barreiras e levar a palavra da verdade.



Transformação Total - Paulo Junior

6 de abril de 2011

João 10:10


O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância João 10:10

Prestem atenção nos seus atos e atitudes, você pode estar sendo levado a fazer coisas que desagradam ao Senhor, o tempo que VOCÊ, dedicaria ao Senhor pode estar sendo roubado...


Confiem no Senhor, e entregue seu coração a ELE, deixe ELE colocar em você os Sonhos de Deus para sua vida!! Não deixe que nada nem NINGUÉM  roube esses SONHOS!

4 de abril de 2011

Cortesia em lugar da competição



Por C. S. Lewis

SE A natureza fixa da matéria a impede de ser sempre e em todas as suas disposições igualmente agradável até mesmo para uma alma singela, é bem menos possível para a matéria do universo ser distribuída, em qualquer momento, de modo igualmente conveniente e prazerosa para cada membro de uma sociedade. Se um homem que esteja viajando em uma determinada direção tiver de descer um morro, uma pessoa que vier na direção oposta terá de subi-lo. Se até mesmo uma pedra fica onde quero que ela fique, ela não ficará, exceto por coincidência, onde você quer que ela fique. E isso está muito longe de ser um mal; pelo contrário, gera oportunidade para todos aqueles atos de cortesia, respeito e esvaziamento de si, pelos quais se expressam o amor, o bom humor e a modéstia. Porém, isso certamente deixa o caminho aberto para o grande mal da competição e da hostilidade. E, se as almas são livres, elas não podem deixar de lidar com o problema por meio da competição em lugar da cortesia. Uma vez que elas tenham avançado para a verdadeira hostilidade, poderão então explorar a natureza fixa da matéria para se machucarem mutuamente. A natureza permanente da madeira, que nos permite usá-la como um anteparo, também nos permite usá-la para bater na cabeça do nosso vizinho. A natureza permanente da matéria significa, de uma maneira geral, que, quando os seres humanos lutam entre si, a vitória costuma ser daqueles que possuem armas, habilidades e que estão em número superior, mesmo se a causa deles for injusta.
– de The Problem of Pain [O Problema do Sofrimento]

Retirada de Um Ano com C. S. Lewis (Editora Ultimato, 2009)

Vivemos em um mundo, onde o que mais vemos é disputas, guerras e competições, onde o amor é o que menos importa para as pessoas, e infelizmente isso está se refletindo no meio Cristão, o diabo tem tido sucesso em suas tentativas de destruir e acabar com o corpo de Cristo, mas temos que lutar contra isso, e mostrar que o que realmente prevalece no meio Cristão é o amor que Cristo nos ensinou, o amor que nos ensina a amar nossos irmãos como amamos a nos mesmos, amar ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, amar aqueles que nos odeiam, que trabalham para nosso mal ou que falam mal de nós, temos que simplesmente  AMAR, porque o AMOR,  quebra todos os julgos e destrói todas as tentativas frustradas do diabo de tentar acabar com o meio Cristão, por isso irmãozinhos na Fé, irmãozinhos no AMOR DE CRISTO, VAMOS NOS UNIR EM AMOR, e aprender a AMAR, nosso próximo como JESUS CRISTO, nos AMA!!

QUE A GRAÇA E A PAZ DO NOSSO SALVADOR JESUS CRISTO ESTEJAM COM TODOS VOCÊS!!

Reflexões diarias- Ed René Kivitz - Mateus